02 de outubro de 2026 · por 7SevenCode
Reserva de salão de festas sem grupo de WhatsApp
Reserva de área comum costuma funcionar assim: mensagem no grupo, um caderno na portaria, e a confusão aparece no sábado, quando duas famílias chegam ao salão com o bolo na mão. Não é falta de educação de ninguém — é falta de um lugar só onde todo mundo vê o que já está ocupado.
As regras que precisam estar escritas
- Quais espaços podem ser reservados e quais não (a quadra pode ser de uso livre, o salão não).
- Se a reserva é por horário ou pelo dia inteiro.
- Com quanta antecedência se pode reservar, e até quando se pode desistir.
- Quem aprova: automático ou depois de o síndico conferir.
- O que acontece com quem está inadimplente ou descumpriu a regra da última vez.
Calendário à vista acaba com a briga
O ponto mais importante é simples: antes de pedir, o morador precisa ver o que já está ocupado — inclusive os pedidos que ainda aguardam aprovação. É isso que impede duas pessoas de marcarem o mesmo sábado e a administração só descobrir na hora de aprovar.
Pedido e aprovação, sem conversa paralela
- O morador faz o pedido para o espaço, a data e o horário.
- A administração aprova ou recusa, e o morador fica sabendo.
- Se a data de uma reserva confirmada precisar mudar, quem reservou é avisado.
- A portaria vê as reservas do dia e sabe quem vai usar o salão.
Como o Porthon faz isso
No Porthon, os espaços são cadastrados pelo próprio condomínio — salão, churrasqueira, quadra, o que existir —, cada um por horário ou pelo dia inteiro, e alguns podem ficar só para a administração reservar.
O morador solicita pelo celular, o síndico aprova ou recusa, e o calendário mostra o que já está ocupado, inclusive pedidos ainda pendentes. Se a equipe mudar a data de uma reserva confirmada, quem reservou recebe o aviso.